Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Playlist que traz paz



Eu estava pensando no conteúdo pro post de hoje, enquanto ouvia uma música que eu adoro da Scracho, e foi aí que eu tive essa ideia. Decidi fazer uma playlist reunindo as músicas que eu acho que trazem paz, sabe aquela música tranquila, com uma vibe positiva, que você ouve quando está mal e esquece dos problemas? Pois é, selecionei as cinco que mais funcionam comigo e lá vamos nós:













Vocês gostaram de alguma? Eu indico todos para aquele dia de bad, porque se tem uma coisa que prezo é não deixar que a tristeza te pegue, e se pegar, não deixar que ela permaneça.
XOXO, Izabela Cristina.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Parece, mas não é.





Eu me ollhei no espelho e pensei "Uma pessoa é tanto mais que uma imagem...". 

Há dois dias atrás eu saí vestida de uma forma bem romântica, rendas, oxford, branco, e no caminho de onde eu ia, encontrei um daqueles hippies que vendem aquelas pulseiras bonitinhas, eu estava apressada e sem dinheiro, então não dei muita atenção. Acho que pela roupa de "princesinha", ele julgou que eu estava com medo e começou a falar "Moça, estou te mostrando a cultura, hippie é feio, mas não pega".

Eu sorri apressada e falei "Mas moço, eu acho hippie lindo", daí comecei a pensar o que ele diria se me visse passar ali como passei há dois dias atrás, com minhas pulseiras de corda combinando com a das cores do reggae, calça, jeans, tênis e camiseta. Ai ai, mal repararia que era a mesma pessoa. Mal saberia ele quantos reggaes eu ouvi, quantas pulseirinhas como a dele eu comprei, quantas partes da cultura hippie eu apreciei. E sim, eu realmente achava hippie lindo.

Daí você imagina, tantas vezes que julgamos ou fomos julgados por uma simples imagem de um dia que passamos na rua, ou de uma foto que postamos numa rede social. Pode ser que uma pessoa seja assim 364 dias do ano, mas em um dia ela resolve ser assado, aí a tachamos de "assado" pro resto da vida, sem nem nos aproximarmos pra saber o que a pessoa realmente é. 

As aparências enganam, meu amigo.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Um sorriso pra cada falha.


Ela levantava todo santo dia, olhava no espelho e fazia o mesmo processo: se maquiava, se vestia, calçava seu sapato e partia para a vida. Sonhava em se formar, ter um bom emprego, ser bem sucedida, ter um bom marido, e filhos bochechudos. Monótona.

Mas toda vez que ela viajava, e cruzava lugares tão lindos, como o campo verde que vira na última viagem, iluminado pelo sol do fim de tarde e cercado por um muro de eucaliptos, ela se libertava em pensamentos. Sonhava em ter uma casinha num lugar desse, ou na beira da praia, acordar numa roupa simples dando um belo bocejo, seguido por um abraço de um homem que não ligava pra sua simplicidade, achava-a encantadora, o seu marido.

Sonhava em ter uma vida diferente do normal. Conquistar com sua personalidade uma outra vida, quem sabe essa tal personalidade seria boa o bastante pra todo mundo querer um pouquinho consigo, seja num texto, seja na presença, seja num vídeo.

Mas o carro chegava até a cidade e tudo acabava, ela voltava para seus sonhos monótomos e nem se quer pensava em ousar, um dia, tentar realizar seus sonhos de viagem. Era arriscado demais, ousado demais, tinha tantas chances de não funcionar.

Pois vá menina, saia da zona de conforto. Liberte-se de sempre acertar, liberte-se de viver sempre o fácil e sem prazer para não ganhar uns arranhões. Ganhe arranhões, e ganhe sorrisos, e sonhos e vida. O que tem demais se não der certo, pequena? Aí você tenta de novo, e de novo, e de novo, pois são nos "tentares" da vida, que estão os melhores sorrisos.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Lembrete.


Mais uma vez eu estava em lugar onde as pessoas pareciam robôs. Todos andavam, falavam e se vestiam da mesma maneira, enquanto eu estava ali, completamente diferente.
Eu não sabia o que sentir. Não sabia se era pra que eu ficasse mal, me sentindo uma extraterrestre, como eu fazia normalmente, ou se dessa vez eu poderia sorrir de todo mundo, e bater no peito com orgulho por não ser mais uma.

Quando eu era mais jovem, eu costumava querer ser mais diferente que tudo e todos. Andava de jeans e camiseta com os meninos, enquanto as outras garotas colocavam seus saltos e iam fofocar sobre eles. Tentava jogar os games dos garotos e vivia sonhando em lutar alguma coisa, só pra por os caras no chinelo. E mesmo que o mundo inteiro me criticasse e eu não fosse a menina mais linda do colégio, eu era feliz assim, pois eu sempre gostei de ser lembrada antes pelas minhas atitudes do que por qualquer outra coisa, e nesse caso, isso realmente funcionava.

Mas há um porém, naquela época eu tinha amigos daquele tipo molecão, que liga mais pra personalidade que pra aparência, e ainda haviam aqueles que curtiam o mesmo tipo de aparência que eu curto - muito estranha ao normal desse interior -. A medida que eles se mudaram, eu me senti sozinha, senti falta de alguém para se orgulhar comigo por não estar com a mesma saia que todas as meninas da festa, ou pra curtir a galera diferente como a gente, enfim, sem eles eu não tinha a mesma força, e então, tive que descobrir algo que pudesse me ajudar: O amor próprio, na medida certa.

Acontece que agente cresce, e um mundo todo fica diante dos nossos olhos ditando quem você deve ser, te pressionando, te sufocando. E então surgem namorados, mídias, e pessoas más, que se você não tiver amor próprio, não sobrevive.

Ela quer ser a menina dos sonhos do namorado, mas ele sonha diferente: sonha a moça bonita, “gostosa”, tatuada, do olho claro, das opiniões iguais à dele, dos gostos iguais aos dele. Aí ela se sente mal, por não ser assim, e vai mudar numa tentativa boba de fazê-lo feliz. Como diria uma frase que li esses dias no tumblr: “Tão bobinha, tão ingênua. Deu amor e esqueceu-se de que, primeiro, deveria amar a si mesma”.
Se o que você é te faz feliz, seja quem quer ser. Se seu namorado vive elogiando moças diferentes de você, não quer dizer que você não é o tipo de menina dos sonhos dele, e mesmo se não for,  o problema não está em você. Não mude por outras pessoas.

A outra moça vive vendo sem querer “moças bonitas” pra todo lado: na TV, na internet, no shopping, na praça. E então, ela fica triste a cada vez que se depara com um corpo bem definido, um olho verde, um cabelo longo e liso.
Quer saber o motivo das aspas no “moças bonitas”? O bonito que se fala, é apenas algo ditado pela mídia ou outra coisa qualquer.  Quem foi mesmo que disse que pra ser bonito tem que ser magro, alto, de olhos claros, ou qualquer coisa que seja? E quem disse é importante o bastante pra fazer com que você se sinta assim?
Sendo sincera, as melhores pessoas são diferentes, a importância da aparência acaba onde começa uma conversa, e as pessoas mais marcantes marcam pela atitude.

E por mais que te pressionem para ser o que eles querem, não mude por eles. Não dê importância para as críticas, nem pro que dizem que você está perdendo não sendo o que eles ditam. Não há nada melhor do que ser livre, para ser o que você quer, não deixe essa liberdade se perder, de maneira alguma. Se ame.
Talvez, vocês já estejam cansados de ler coisas sobre esse assunto, mas esse foi um lembrete mas pra mim, que pra qualquer outra pessoa.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Sorrir por menos.




Chega uma hora da sua vida que você cansa de ser triste, cansa de sofrer, e resolvei que vai mudar tudo desse dia pra frente. Felicidade e positividade e tudo mais ecoam na sua cabeça com uma força muito maior. E você simplesmente resolve jogar tudo o que te faz mal fora.

Eu descobri que pelo menos pra mim, acreditar nos meus sonhos é algo essencial pra que eu possa ser feliz. Você pode seguir, com um monte de gente colocando pedras no seu caminho e tentando te derrubar, mas se você acredita e luta pra que isso dê certo um dia, nada disso te abalará.

E presença de pessoas indesejadas, nem sempre são fáceis de evitar. Mas com o tempo agente aprende a se importar mais com quem importa com a gente e simplesmente, ignorar quem não te faz bem.

Ser mais prática também é legal. Por muito tempo eu desejei sentimentos demais, de pessoas de mais, de forma intensa demais. Decide fazer minha parte, dar meus bons sentimentos e não esperar recebê-los em troca. Afinal, longe ou perto há alguém no mundo que te faz sorrir, e é preciso ver mais isso, valorizar mais isso, porque a felicidade que é rir de alguma coisa teclando algo qualquer com algum amigo virtual que você nunca nem viu, é a mesma felicidade de encontrar o amor da sua vida. Então só temos que enxergar mais essas felicidades por coisas simples.

E olha, ficar triste é perder tempo quando se pode estar feliz. Nem que seja por uma coisa gostosa que você comeu, e qualquer outro motivinho que te fez sorrir e passou despercebido. Então, vou procurar alguns motivos desse tomando um bom copo de leite com achocolatado. Alguém me acompanha?

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O maior engano - A luta continua.




- O que ela tem?
- Segundo ela ninguém se importa com ela, e agente não liga pra “felicidade sentimental” dela, enfim, hormônios adolescentes.
- Quisera eu que meus problemas fossem com felicidade sentimental.
- Era tão fácil nessa época não era?
- E como.

            Não, não eram hormônios adolescentes, nem nada do tipo. Vocês que cresceram e viraram seres capitalistas, e se esqueceram de dar valor na felicidade sentimental de vocês, e qualquer adulto que não pulse por dinheiro concordaria comigo.

            Pra vocês a dor de uma decepção com a pessoa que você mais ama é muito mais fácil do que a dor de levantar e trabalhar todo dia, não é mesmo? Pra vocês a dor de ás vezes ter que machucar pessoas que você ama, preocupa e se importa é bem mais fácil do que a dor de fazer hora extra pra poder ter grana suficiente no final do mês, concordam? Até mesmo a angústia de sofrer todo dia por ter machucado as pessoas que você se importa, quando nem elas se importam com você é mais agradável que essas dores materialistas, estou certa?

                Só tenho uma coisa a dizer a vocês: Vocês são patéticos.
            Podem dizer que quando eu tiver a idade de vocês eu vou achar o mesmo, que são hormônios adolescentes e bláblábláblá, mas não é preciso ter a idade ou os hormônios de vocês pra ser assim, basta esfriar e amargar um pouco o coração, e quer saber? Eu fiz isso, e só pra vocês saberem, foi bem mais fácil.

            Não me importei com ninguém, me tornei mais egoísta, e só me preocupei com os assuntos que mais tarde me levariam ao objetivo da vida de vocês, dinheiro, dinheiro e mais dinheiro. Isso é muito fácil, eu nem sei como descrever tanta facilidade. Não ter que preocupar com nada sentimental, nada seu, nada das pessoas que você gosta, nada de ninguém. E essa história de que essas dores de trabalhar, estudar, grana pra pagar contas e tudo mais são mais doídas, é tudo papo furado. Nem se compara a dor do coração, a dor de sentimento.

            E isso foi tão fácil que pra mim foi tentador sair dali. Que maravilha seria viver ali pra sempre, sem todas as dores que eu tinha antes. Principalmente eu, que vivia cheia de dores por causa dessa coisa de sentimento, e esse coração batendo dentro do peito. Ali, daquele jeito, era muito mais fácil sorrir. Mas aquela não era eu, e mesmo sendo completamente tentador e fácil de sorrir, os sorrisos não eram tão cheios de vida, e mesmo que eu quisesse eu não ficaria ali por muito tempo.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Em busca de ser quem eu quero.




Eu estou lutando a cada dia da minha vida para não me tornar uma pessoa fria, egoísta e amarga.

Um dia eu já fui alguém extremamente feliz, daquele tipo que passa felicidade pra qualquer um que esteja do lado, e nada nunca poderia entristecer. Mas acontece que pessoas assim são um prato cheio pra um desastre, quando encontram pessoas frias. E encontros assim, decepções demais, deixas as pessoas egoístas

Chega uma hora que você cansa de se importar com quem só fingi que se importa com você. Chega uma hora que você cansa de dar lágrimas pra ver sorrisos de pessoas, que nunca, de maneira alguma, dariam uma lágrima se quer pra ver um sorriso seu.

E toda essa vontade de que, as pessoas que diziam me amar, se importassem comigo, como eu me importava com elas, foi fazendo com que eu me decepcionasse uma, duas, três vezes. E então eu comecei perceber que todo mundo ali só me queria feliz, até o ponto em que minha felicidade não fosse maior que a deles.

Então fui deixando de me importar, deixando de dar lágrimas, deixando de querer aumentar a cada dia a felicidade de todo mundo. E fui ficando mais fria, mais egoísta, mais amarga.

Já achava meio mundo de problema besteira, quando comparados à fome que o pessoal da África passa. Fui parando de deixar minha felicidade do lado pra ver outras pessoas felizes. Até que me dei conta de que não era isso que eu queria pra mim. E desde então eu tento não me abalar com esse meio mundo de decepções. Porque a última coisa que eu quero nesse mundo é ser como eles.

sábado, 9 de julho de 2011

Visão além do óbvio.




Ás vezes eu me perco pensando se só eu sou assim. Assim, vê mil coisas onde só tem uma.

Uma vez disseram que eu devia ser mais prática. Ser mais prática. Era tudo o que eu queria. Eu sempre enxergo coisas que os outros não enxergam, eu sempre vejo além do que é óbvio, eu sempre vejo milhares de possibilidades, futuras e presentes, ás vezes isso torna tudo mais complicado, ás vezes isso é bom.

É bom porque, por exemplo, quando estou triste, em um lado da sala e vejo um sorriso sincero de qualquer pessoa, até mesmo uma que eu nem conheça do outro lado da sala, eu fico bem, porque vejo além daquele sorriso, vejo o que fez aquela pessoa sorrir, vejo o quanto isso faz bem pra ela e ela nem sabe, vejo a sorte que ela tem porque ela está sorrindo, enfim, milhares de coisas que, provavelmente, ninguém ali repararia.

É ruim porque, por exemplo, quando eu cismo que algo é errado, o algo nem sempre é algo realmente errado, a minha visão além do óbvio faz com que eu julgue isso assim porque, nos meus pensamentos mais loucos, num futuro completamente distante, isso ocasionaria a outro algo, dessa vez, realmente errado, pra mim e pra todo mundo. O problema é que isso na maioria das vezes é exagero, um devaneio qualquer, que só nos meus pensamentos mais loucos que ia dar em coisa ruim mesmo.

E isso me traz inúmeros problemas que estão perdidos por aí nesses textos, frases, palavras. E eu sempre penso que eu devo ser louca por causa disso, que ninguém é assim e tudo mais. E sinceramente, acho que esse foi um dos piores textos que já escrevi, porque realmente acho que ninguém entendeu nada, mas numa outra oportunidade eu tento explicar melhor, aliás, como diria Chacrinha: "Eu não vim pra explicar, eu vim pra confundir."

sábado, 25 de junho de 2011

Uma coisa que não é pra ser esquecida.



As pessoas dizem que com o passar do tempo, surgem milhares de responsabilidades e você nunca mais consegue ver a vida como antes, tudo se resume a conseguir um bom emprego e permanecer nele, pagar as contas no final do mês, comprar o arroz e o feijão, e todas essas coisas materialistas e infelizmente essenciais.
                
Mas o erro é que, isso não é culpa das responsabilidades.
                
Cada um vê tudo como quer. Você pode ver num sorriso, uma simples exposição de dentes, ou pode ver algo cheio de alegria, amor, felicidade e meio mundo de coisas boas. Você pode ver num abraço, um simples cumprimento obrigatório como educação, ou pode ver uma declaração de amor, de carinho, uma forma de dizer que gosta da pessoa.

                O fato é que, com as responsabilidades que surgem, as pessoas esquecem que a vida é algo passageiro, e que quando você morrer, não é o dinheiro que você ganhou no seu trabalho, nem seu cargo renomado que você vai levar consigo, e sim, todos os sorrisos, e abraços, beijos e sentimentos que você viveu.

                As pessoas esquecem que as coisas e pessoas tem algo além daquilo que se vê. Uma pessoa não é só aquele pedaço de carne vestido andando pela rua, ela tem pensamentos, sentimentos, personalidades, ideias.

                O legal é não esquecer disso. O legal é ter que levantar cedo e trabalhar todo dia, quebrar a cabeça pra pagar as contas do fim do mês, fazer hora extra pra poder comprar o pão de cada dia e aquela blusinha que você viu na loja da esquina, e mesmo assim, valorizar cada abraço, cada sorriso, cada beijo, aperto de mão, gesto e tudo mais. É olhar pra uma coisa e ver muito mais além. Como olhar pra uma nuvem e não ver só um monte de gotículas de água condensada, e sim um coelinho ou quem sabe um unicórnio.
                
Enfim, acho que a magia que temos na infância e na adolescência que faz essas fases levarem a fama de melhores, não se perdem com o tempo. Acho que isso só depende de nós. Só precisamos escolher se queremos ver as coisas de forma fechada e chata, ou de uma forma mágica e linda. E lembramos todo dia disso, para nunca deixar que nada tire isso de nós, nem responsabilidades, nem nenhuma outra coisa.

( E pra quem já leu “O Pequeno Príncipe” – Nunca deixe que nada faça você perder a capacidade de ver num chapéu, uma cobra que engoliu um elefante.)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...